Em nome da equipe do Blog da Insônia - já que o Smokey resolveu tirar férias do serviço e me deixou na mão pra tomar conta dessa porra, - desejo a todos vocês um coração partido e um próspero Ano Novo. Praqueles que ficam, um abraço caloroso, uma fotografia, muito prazer, adeus. Praqueles que vão, dê-mos as mãos: dançamos numa linha tênue, matamos os nossos sonhos em mescalina, olhamos para a Lua, Zeus e para o paraíso, e brindamos a sinfonia das cápsulas em nosso caminho; agora, damos as mãos por sobrevivermos mais um ano nessa guerra de trincheiras que chamamos de "vida". E que vida maravilhosa é essa... Que ano maravilhoso foi esse.
Aos irmãos, sorrisos.
Aos amantes, beijos.
Aos inimigos, abraços.
E a todos, sem exceção: longos dias e belas noites, desse pistoleiro que os saúda.
- Ao som de: Thursday - Tomorrow I'll Be You -
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
domingo, 30 de dezembro de 2007
Oráculo Music Awards 2007!
Dezembro chega ao fim, e com ele o ano de 2007. E com o fim deste, chega a hora do Oráculo eleger aqui os melhores da música desse ano que se passou! Sim, claro, digam Deus-bomba!
Melhor música - Streetlight Manifesto - Down, Down, Down To Mephisto's Cafe
Melhor álbum - The Number Twelve Looks Like You - Mongrel
Melhor artwork - Circa Survive - On Letting Go
Melhor letra - House Of Blow - Afghani Black
Melhor single - Rihanna (feat. Jay-Z) - Umbrella
Melhor produção - The Dillinger Escape Plan - Ire Works (Steve Evetts e Ben Weinman)
Revelação do ano - Arctic Monkeys - Favourite Worst Nightmare
Menção honrosa: The Blood Brothers (R.I.P)
Menção honrosa: o retorno triunfal do Glassjaw
Menção honrosa: o show do Deftones em São Paulo
Óbvio que isso tudo segue os meus parâmetros e conceitos musicais. Sintam-se livres para discordar ou ignorar tudo. E quem vier chiar por conta da Rihanna, vá se foder.
- Ao som de: The Blood Brothers - Giant Swan -
Melhor música - Streetlight Manifesto - Down, Down, Down To Mephisto's Cafe
Melhor álbum - The Number Twelve Looks Like You - Mongrel
Melhor artwork - Circa Survive - On Letting Go
Melhor letra - House Of Blow - Afghani Black
Melhor single - Rihanna (feat. Jay-Z) - Umbrella
Melhor produção - The Dillinger Escape Plan - Ire Works (Steve Evetts e Ben Weinman)
Revelação do ano - Arctic Monkeys - Favourite Worst Nightmare
Menção honrosa: The Blood Brothers (R.I.P)
Menção honrosa: o retorno triunfal do Glassjaw
Menção honrosa: o show do Deftones em São Paulo
Óbvio que isso tudo segue os meus parâmetros e conceitos musicais. Sintam-se livres para discordar ou ignorar tudo. E quem vier chiar por conta da Rihanna, vá se foder.
- Ao som de: The Blood Brothers - Giant Swan -
sábado, 29 de dezembro de 2007
Mulher de Fases
Que mulher ruim
Jogou minhas coisas fora
Disse que em sua cama eu não deito mais não
A casa é minha, você que vá embora
Já pra saia de sua mãe e deixa meu colchão
Ela é pró na arte de pentelhar e aziar
É campeã do mundo
A raiva era tanta que eu nem reparei que a lua
diminuia
A doida tá me beijando há horas
Disse que se for sem mim não quer viver mais não
Me diz, Deus, o que é que eu faço agora?
Se me olhando desse jeito ela me tem na mão
"Meu filho, aguenta.
Quem mandou você gostar
Dessa mulher de fases?"
Complicada e perfeitinha,
Você me apareceu.
Era tudo que eu queria,
Estrela da sorte.
Quando à noite ela surgia,
Meu bem, você cresceu...
Meu namoro é na folhinha,
Mulher de fases.
Põe fermento, põe as bombas
Qualquer coisa que aumente e a deixe bem maior que o
Sol
Pouca gente sabe que, na noite, o frio é quente e arde
e eu acendi
Até sem luz dá pra te enxergar o lençol
fazendo congo-blue
É pena, eu sei, amanhã já vai miar... Se aguente,
Que lá vem chumbo quente!
Precisa dizer mais?
---
O Oráculo está de volta, e pelo visto, o Smokey abandonou o blog às moscas.
Dude, eu sei aonde você mora. Esteja avisado.
- Ao som de: The Blood Brothers - Vital Beach -
Jogou minhas coisas fora
Disse que em sua cama eu não deito mais não
A casa é minha, você que vá embora
Já pra saia de sua mãe e deixa meu colchão
Ela é pró na arte de pentelhar e aziar
É campeã do mundo
A raiva era tanta que eu nem reparei que a lua
diminuia
A doida tá me beijando há horas
Disse que se for sem mim não quer viver mais não
Me diz, Deus, o que é que eu faço agora?
Se me olhando desse jeito ela me tem na mão
"Meu filho, aguenta.
Quem mandou você gostar
Dessa mulher de fases?"
Complicada e perfeitinha,
Você me apareceu.
Era tudo que eu queria,
Estrela da sorte.
Quando à noite ela surgia,
Meu bem, você cresceu...
Meu namoro é na folhinha,
Mulher de fases.
Põe fermento, põe as bombas
Qualquer coisa que aumente e a deixe bem maior que o
Sol
Pouca gente sabe que, na noite, o frio é quente e arde
e eu acendi
Até sem luz dá pra te enxergar o lençol
fazendo congo-blue
É pena, eu sei, amanhã já vai miar... Se aguente,
Que lá vem chumbo quente!
Precisa dizer mais?
---
O Oráculo está de volta, e pelo visto, o Smokey abandonou o blog às moscas.
Dude, eu sei aonde você mora. Esteja avisado.
- Ao som de: The Blood Brothers - Vital Beach -
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Vespas de Natal
Feliz Natal à todos os frequentadores do Blog da Insônia! Que as resoluções de todos vocês durem muito mais que as minhas, que os sonhos mais longínquos cheguem cada vez mais perto, e todas essas viadagens semi-poéticas que todo mundo já encheu o saco de ouvir à essa altura do ano. Curtam bastante essa data: encham a cara e peguem barangas pra esquecerem-se do ocorrido no dia seguinte, pulem sete ondas pra convencerem-se de que Iemanjá vai apoiá-los no que desejaram (ao invés de tomar tudo de vocês no fim das contas), finjam gostar de seus primos e tios chatos pra caralho pelo bem comum da família, comam pernil com farofa estragada e tenham uma diarréia cruel no dia seguinte. Não esquecendo de viajar seis horas pruma estrada de 1km ao longo de uma praia fedida que os habitantes gostam de chamar erroneamente de cidade.
Ah, é, o único que vai se atrever a fazer isso sou eu.
- Ao som de: Radiohead - Sit Down, Stand Up -
Ah, é, o único que vai se atrever a fazer isso sou eu.
- Ao som de: Radiohead - Sit Down, Stand Up -
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Ateando Fogo A Gigantes Adormecidos
Amanhã é minha colação de grau. Depois dela, festa de formatura. E no dia seguinte, outra festa de formatura; em ambas estarei acompanhado por bons pistoleiros, e por um belo Sol brilhando eterno em meu favor. Dois dias seguidos de tiroteio. Quase me sinto descendo a Colina de Jericó.
"Pandemônio" não é a palavra certa, mas é a primeira que me vem à mente.
---
Queria ter coragem de abrir a minha boca e quebrar a parede de silêncio entre nós. A parede que você não vê, mal sabe que existe, mas que ainda assim, está lá. Você não a percebe, porque outras frases são ditas em outras direções, sem sentido, sem emoção, sem propósito. Mas nela, ficam retidas as mais importantes. Residindo nelas, palavras nunca ditas por medo, distração ou pura e simples insensibilidade. Palavras que eu acorrrento à minha garganta, numa luta desesperada pra fazê-las voltarem pra dentro da minha cabeça - ou qualquer outro órgão mais facilmente associado a emoções, - evitando que você as ouça e as dispense em seguida, para morrerem como zangões buscando a rainha. Queria ser bravo o suficiente para ser sincero com você, como sou com todas as outras criaturas desse mundo. E não é que eu minta; nunca, nem pra você, nem pros meus piores inimigos. É só uma questão de delicadeza: como em manusear um objeto quebradiço. Muita força, e o vidro se parte, a areia corre pela rachadura, e o tempo se perde. Mas pouca força não gira a ampulheta. E você me conhece o suficiente pra saber que eu odeio meio-termo. É só uma questão de não ter medo do passado, enterrar o que aconteceu e deixar acontecer. Mas dizer é fácil, e mesmo dizendo, amanhã eu ainda não direi que senti sua falta durante cada dia em que não te vi, que quero ficar com você de verdade, que adoro sua companhia, e que realmente gostaria de passar mais tempo com você. Não direi que eu decido, sim, embora à essa altura da partida você já não acredite nisso. Decido, sim, e muito bem, mas tenho medo de que você não vá aguentar as consequências dessas decisões; medo de que você não vá ficar ao meu lado quando o tiroteio começar.
- Ao som de: The Dillinger Escape Plan - The Mullet Burden -
"Pandemônio" não é a palavra certa, mas é a primeira que me vem à mente.
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Queria ter coragem de abrir a minha boca e quebrar a parede de silêncio entre nós. A parede que você não vê, mal sabe que existe, mas que ainda assim, está lá. Você não a percebe, porque outras frases são ditas em outras direções, sem sentido, sem emoção, sem propósito. Mas nela, ficam retidas as mais importantes. Residindo nelas, palavras nunca ditas por medo, distração ou pura e simples insensibilidade. Palavras que eu acorrrento à minha garganta, numa luta desesperada pra fazê-las voltarem pra dentro da minha cabeça - ou qualquer outro órgão mais facilmente associado a emoções, - evitando que você as ouça e as dispense em seguida, para morrerem como zangões buscando a rainha. Queria ser bravo o suficiente para ser sincero com você, como sou com todas as outras criaturas desse mundo. E não é que eu minta; nunca, nem pra você, nem pros meus piores inimigos. É só uma questão de delicadeza: como em manusear um objeto quebradiço. Muita força, e o vidro se parte, a areia corre pela rachadura, e o tempo se perde. Mas pouca força não gira a ampulheta. E você me conhece o suficiente pra saber que eu odeio meio-termo. É só uma questão de não ter medo do passado, enterrar o que aconteceu e deixar acontecer. Mas dizer é fácil, e mesmo dizendo, amanhã eu ainda não direi que senti sua falta durante cada dia em que não te vi, que quero ficar com você de verdade, que adoro sua companhia, e que realmente gostaria de passar mais tempo com você. Não direi que eu decido, sim, embora à essa altura da partida você já não acredite nisso. Decido, sim, e muito bem, mas tenho medo de que você não vá aguentar as consequências dessas decisões; medo de que você não vá ficar ao meu lado quando o tiroteio começar.
- Ao som de: The Dillinger Escape Plan - The Mullet Burden -
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
O Segundo Pé
Quando eu passei pra segunda fase de Direito na UFF com 50 pontos sem inglês, todo mundo disse que eu estava com um pé lá dentro.
Agora, um telefonema do Turtle Boy me informou que minhas notas em história e português estavam na casa dos 7,5 pontos e que eu tirei 9,7 na redação (!!!!!!!!!) [o que talvez se deva em grande parte à este blog].
Ou seja, eu estou praticamente com um segundo pé lá dentro. Não vou afirmar que eu já entrei, mas acredito que isso é bem provável. Eu tinha até feito a matrícula pra PUC ontem e tinha ficado com medo de não passar pra UFF, a única faculdade que eu realmente queria estudar, e ter que estudar no Rio.
Mas...parece que não vai ser assim, afinal de contas!
Só tenho uma coisa a dizer:
YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEYYYYYYYYYYYYY!
Puta merda.
Passar no Vestibular é realmente mais legal do que parece!
Pra quem não conseguiu, vai uma dica: Não desanime e tente denovo! Sentir que foi aprovado é foda!
Agora só falta esperar a lista de classificação com a confirmação em Janeiro...que é ou quando eu saio pra jantar em comemoração ao sucesso ou quando entro em depressão com o fracasso e me jogo da Ponte Rio-Niterói no Vão Central!
**********************************************************************************
Tá chegando o Natal!
E amanhã eu devo desbloquear o meu Wii e comprar um Sensor Bar novo!
Só falta decidir qual chip botar!
Hohoho! =]
**********************************************************************************
Ah!
E amanhã (hoje, né?) na Colação de grau, eu devo tocar junto com mais um quinteto representando a Orquestra La Salle.
Wish me luck, porque eu vou precisar!
**********************************************************************************
"9,7 na redação?
YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEYYYYYYYYYYYYY!"
Agora, um telefonema do Turtle Boy me informou que minhas notas em história e português estavam na casa dos 7,5 pontos e que eu tirei 9,7 na redação (!!!!!!!!!) [o que talvez se deva em grande parte à este blog].
Ou seja, eu estou praticamente com um segundo pé lá dentro. Não vou afirmar que eu já entrei, mas acredito que isso é bem provável. Eu tinha até feito a matrícula pra PUC ontem e tinha ficado com medo de não passar pra UFF, a única faculdade que eu realmente queria estudar, e ter que estudar no Rio.
Mas...parece que não vai ser assim, afinal de contas!
Só tenho uma coisa a dizer:
YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEYYYYYYYYYYYYY!
Puta merda.
Passar no Vestibular é realmente mais legal do que parece!
Pra quem não conseguiu, vai uma dica: Não desanime e tente denovo! Sentir que foi aprovado é foda!
Agora só falta esperar a lista de classificação com a confirmação em Janeiro...que é ou quando eu saio pra jantar em comemoração ao sucesso ou quando entro em depressão com o fracasso e me jogo da Ponte Rio-Niterói no Vão Central!
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Tá chegando o Natal!
E amanhã eu devo desbloquear o meu Wii e comprar um Sensor Bar novo!
Só falta decidir qual chip botar!
Hohoho! =]
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Ah!
E amanhã (hoje, né?) na Colação de grau, eu devo tocar junto com mais um quinteto representando a Orquestra La Salle.
Wish me luck, porque eu vou precisar!
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"9,7 na redação?
YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEYYYYYYYYYYYYY!"
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
The Perry Bible Fellowship

Hoje eu vou falar de um de meus sites preferidos de Webcomics, o The Perry Bible Fellowship.
Eu sou um grande fã de Webcomics cômicas online, que podem variar desde desenhos e pequenas tirinhas até revistas inteiras.
Podem ser encontrados diversos desses sites, como o Malvados, Allan Sieber, Gone with the Blastwave e Linha do trem, só para citar alguns dessa infinidade.
No entanto, um que recentemente chamou a minha atenção é o The Perry Bible Fellowship.Com uma forte dose de humor negro, esse site consegue satirizar o cotidiano, gerando situações hilárias ao levar situações normais e clichês clássicos ao extremo. O melhor de tudo é que nem todas as piadas são dadas "na cara". Algumas requerem um conhecimento específico em determinado assunto ou um forte raciocínio associado com uma excelente observação de todos os detalhes das tirinhas.
As tiras, escritas e desenhadas por Nicholas Gurewitch variam no traço, desde desenhos aparentemente "infantis", até tirinhas que se aproximam de obras de arte.
O único porém é que todas as tirinhas são escritas em inglês, e para se entender todas as situações, é necessário um conhecimento forte nessa língua.
Altamente recomendado, se alguém quiser me comprar a edição de capa dura, fique à vontade =]
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Mais algumas tirinhas (com tradução ao lado):

"Escorpi, o Amiguinho da Floresta"
Tira 1: "Chamando todos os Amiguinhos da Floresta! Um jogo de segurar no rabo vai começar!"
Tira 3: "Só uma rodada e o Rookie já cansou!"
Tira 4: "Começando o round dois! Vamos lá Escorpi!
Tira 4: (Lê-se na faixa) "Polícia de New York, não ultrapasse"
"Guerra de comida!"
Tira 1: "Deborah, eu não encontrei sobreviventes"
Tira 2: "Especialmente não ali."
Tira 3: "Não Frank. Agora não."
Tira 4: (os corpos formam) "QUER CASAR COMIGO?"
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Só não posto mais porque o Blog não permite que elas fiquem em seu tamanho original, o que tira um pouco a graça...
Bem...taí então, um site recomendado por Tio Smokey!
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